quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Evolução Do Ser


Muitos de nós sente que já possui a mulher/homem da sua vida ao seu lado. Desfrutamos ao máximo da sua presença e da sua estadia no nosso coração. Sentimos-nos felizes, completos, apesar dos vários obstáculos que tem tendências a se oporem contra a nossa felicidade. Temos aquela pessoa perfeita a nosso lado, que sentimos que vamos amar ate ao fim dos nossos dias e que podemos partilhar com ela todos os nossos pensamentos, ideias, desejos, medos e sonhos.
Mas um dia acordamos e sentimos-nos infelizes e até mesmo incompletos. Sentimos que os dias são tristes, incompletos e que passamos mais horas dos nossos dias mortos do que vivos. Sentimos que a vida começa a perder significado e que talvez a pessoa que amamos não dá tanto significado quanto gostaríamos a nossa vida. Esse pensamento é errado. A verdade é que muitas vezes a pessoa continua a dar significado a nossa vida, continua a ser a parte mais importante dela. Apenas chegamos ao fim de uma estrada em que sentimos que precisamos de mudar de rumo, precisamos de algo novo, precisamos de algo mais.
Quando chegamos a essa estrada temos uma escolha:
A - Abandonamos a pessoa que amamos, evoluímos e seguimos uma nova estrada sozinhos.
B - Sentamos-nos a beira dessa estrada e esperamos que a pessoa que amamos se sinta preparada para seguir a nova estrada ao nosso lado.
A verdade é que essa tristeza vem da nossa necessidade de mudança e essa mudança não implica a mudança de parceiro, mas sim a mudança de rumo que a nossa vida está a levar. A tristeza vem de nós precisarmos de evoluir, crescer, mudar e abandonar velhos padrões da nossa vida e abraçar os novos.
Problema está em muitas vezes acomodarmos-nos as situações porque nos trazem segurança, conforto porque são um chão seguro.
Não nos podemos acomodar. Temos de ver, aceitar e começar a caminhar para uma nova mudança.

By: Paula Muñoz

30 Seconds To Mars - R-Evolve

A revolution has begun today for me inside
The ultimate defense is to pretend
Revolve around yourself just like an ordinary man
The only other option is to forget

Does it feel like we've never been alive?
Does it seem like it's only just begun?

To find yourself just look inside the wreckage of your past
To lose it all you have to do is lie
The policy is set and we are never turning back
It's time for execution; time to execute
Time for execution; time to execute!

Does it feel like we've never been alive?
Does it seem like it's only just begun?
Does it feel like we've never been alive inside?
Does it seem it's only just begun?
It's only just begun

The evolution is coming!
A revolution has begun!
(It has begun!)
The evolution is coming!
A revolution has, yeah!

The evolution is coming!
A revolution has begun!
(It has begun!)
The evolution is coming!
A revolution has, yeah!
Revolution...

sábado, 10 de novembro de 2007

Essência


“Manha que nasceu só para a iluminar e um bom dia nos desejar, o tempo parou só para eu a observar. O sol que se deliciava em acariciar a sua pele macia e me permitia observar, cada traço de imperfeição que criava toda a perfeição que existia. O seu rosto sereno adormecido que lhe pintava o ar de uma menina perdida, uma criança inocente que se esqueceu que o mundo existia. Toquei gentilmente os seus cabelos negros e suaves, senti-os a deslizar por entre os meus dedos como se nada os impedissem de se moverem. A paz da manha que invadia o meu coração ao observar a mulher que se encontrava perdida em meus braços. Era amor, era silencio, era o vazio preenchido, era a inexistência de um mundo para alem daquele que ela me podia oferecer. Ela era ar, vida, amor, carinho, beleza, paz, ela era a essência que explicava toda a razão da minha existência. Ela era o meu suspiro de vida. Sem ela eu não podia existir, sem ela eu seria apenas homem vagabundo que caminhava na sombra a espera da morte. Somente a ela eu pertencia e eu era feliz. Não havia nada que me pudesse separar dela.
Nessa manha assim permanecemos. Deitados com os nossos corpos a sentirem-se, como se tivessem perdido as formas e se tivessem unido, criando um único ser, uma única forma, um único corpo, uma única essência. Nessa manha nós fomos um só.”

By: Paula Muñoz

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Uma Esperança Gélida


O que acontece quando as palavras se esgotam? Quando as palavras simplesmente nada mais podem fazer, e o nosso pedido de socorro, de abrigo já se encontra simplesmente perdido?
A lágrima que escorre seca quando o nosso corpo já não tem mais agua para partilhar. E a memoria que nos aflige ao lembrarmos-nos de tudo o que podemos vir a nunca possuir, ou o que podemos vir a perder, mas a verdade é que também já não sabemos mais como combater. Um inverno intenso que cai sobre as nossas almas, que se encontram cansadas de vaguear, por entre terras incertas que nos levam a um profundo desgasto. A ansiedade e a necessidade que cresce por uma casa onde nos abrigarmos, do frio e doloroso inverno da nossa alma, do nosso espírito. Onde podemos respirar o calor de um lar, e observar o inverno tão intenso que um dia tivemos de superar. Mas varre-se-nos a esperança ao observarmos que o abrigo por qual tanto ansiamos, a cada dia que passa afasta-se cada vez mais de nós.
Suspiramos dias atrás de dias ao apercebemos-nos que apesar de todos os esforços, apesar de todas as tentativas, ainda nos encontramos no mesmo local de partida. E tudo o que entregamos de nós nunca foi suficiente para termos uma nova vida, uma nova oportunidade, uma nova esperança. Por isso aceitamos o que nunca nos foi dado, que acreditamos que nunca será obtido, mas esperamos que exista algo que comprove que estamos errados.

By: Paula Muñoz



A Perfect Circle - Orestes

Metaphor for a missing moment
Pull me into your perfect circle
One womb
One shape
One resolve

Liberate this will
To release us all

Gotta cut away, clear away
Snip away and sever this
Umbilical residue that's
Keeping me from killing you

And from pulling you down with me in here
I can almost hear you scream

Give me
One more medicated peaceful moment
One more medicated peaceful moment

And I don't wanna feel this overwhelming
Hostility
Because I don't wanna feel this overwhelming
Hostility

Gotta cut away Clear away
Snip away and sever this
Umbilical residue
Gotta cut away Clear away
Snip away and sever this
Umbilical residue that's
Keeping me from killing you
Keeping me from killing you

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Mar De Angustia


Por vezes quando abrimos os nossos olhos, apercebemos-nos que o nosso sono profundo, não foi o suficiente para atenuar a dor. A angustia que se alimenta das nossas memorias, das nossas duvidas, das nossas incertezas, das nossas necessidades. Angustia essa que devora-nos o espírito e a força, que consome a nossa energia, e nos deixa à deriva na vida. O que precisamos nós de fazer para a fazer desvanecer? Um beijo de um ser amado, um abraço que durante tanto tempo foi desejado, ou talvez a compreensão de alguém... Seria essa a mão divina tão desejada que nos salvaria da angustia que tanto desespero nos traz? Custa tanto caminhar por entre os dias da nossa vida arrastados pela angustia, pelo desespero, pelo sofrimento. Enquanto mergulhamos num mar insípido, pensamos com esperança em tudo o que poderia nos impedir de nos afogarmos. Mas a verdade é que as vezes preferimos nos deixar ir, é muito mais fácil simplesmente, deixarmos-nos ir até onde a maré nos levar, até onde o desespero nos levar. E chegarmos simplesmente a uma costa e deixarmos o sol secar todas as nossas feridas, e todas as nossas magoas, que no futuro se tornam feridas mal cicatrizadas que se re-abrem com o tempo, e que nos leva a voltar a cair sobre um mar profundo de angustia, onde damos as mãos a todos os fantasmas da nossa vida.

By: Paula Muñoz


Paradise Lost - Missing


I step off the train
I'm walkin' down your street again
And past your door
But you don't live there anymore
It's years since you've been there
But now you've disappeared somewhere
Like outer space
You've found some better place

And I miss you
Like the deserts miss the rain
And I miss you
Like the deserts miss the rain

Could you be dead?
You always were two steps ahead of everyone
We'd walk behind while you would run

I look up at your house
I can almost hear you shout down to me
Where I always used to be

I step off the train
I'm walkin' down your street again
And past your door
But you don't live there anymore
It's years since you've been there
But now you've disappeared somewhere
Like outer space
You've found some better place

And I miss you
And I miss you
Like the deserts miss the rain
And I miss you
Like the deserts miss the rain

sábado, 6 de outubro de 2007

Uma Oportunidade, Uma Razão


A verdade é que a vida é longa, mas ao mesmo tempo também é muito curta. São poucas as coisas que acontecem na nossa vida que realmente importam, que realmente nos podem trazer boas mudanças. Oportunidades que surgem de uma boa mudança ou alteração positiva na nossa vida, ou simplesmente o acontecimento de algo que faz a nossa vida ser melhor. Algo que faz o nosso mundo ter cor, o nosso espírito ter esperança, que nos faça ter objectivos, que nos faça sonhar ou simplesmente conhecer o conforto de ter alguém connosco que nos faça sentir em casa, independentemente de onde ela fique. Oportunidades como essas são poucas, são raras, quase inexistentes, e quando encontramos a oportunidades de obter aquilo que realmente importa não devíamos de fechar os olhos, não devíamos de tentar arranjar desculpas, ou mesmo escondermos-nos por detrás de medos que sabemos que quando temos essa pessoa eles não significam nada. Porque desperdiçar a oportunidade de uma vida melhor? Porque desperdiçar a oportunidades de nós próprios, nos revelarmos melhores? Porque desperdiçar essa oportunidade, quando sabemos que podemos não a voltar a ter, porque amanha pode não existir ou simplesmente a oportunidade de tomarmos essa decisão já não la estar.

Porque deixar as coisas insignificantes roubarem-nos a nossa verdadeira hipótese de sermos feliz, de sermos completos, de sermos nós?

By: Paula Muñoz

Caliban - Give Me A Reason

Let me remind you of the cold mountain skies,
the time we felt this red - hot fire inside.
I'd like to picture it again.
Your pretty face and blazing eyes
In front of these burning skies....

So give me a reason - I just need a sign
I think I really love you
I think I'm supposed to fight
Please let us repeat this time, let's save what we had
I'm afraid to lose my mind with you on my side
I don't know why I'm still here

So give me a reason - I just need a sign
I think I really love you
I think I'm supposed to fight

I need your promise or a kiss.
Show me the way out of the abyss

Give me a reason
I think I really love you
I think I'm supposed to fight

domingo, 23 de setembro de 2007

O Tempo


Se soubéssemos quando iríamos morrer provavelmente muitos de nós faria muita coisa diferente, tomaria decisões diferentes, seguiria caminhos diferentes. Provavelmente outros não fariam nada de diferente, simplesmente viveriam as suas vidas como se nem o soubessem. A verdade é se fosse mos a desejar muito algo, e se fosse mos a imaginar que o tempo para esse algo acontecer tivesse limite, iríamos nos sentir tristes/desiludidos, por já não haver nada a segurar a ilusão de que teríamos tempo para ver a compensação de todos os nossos esforços. Metade do nosso tempo somos transparentes, tão transparentes que ninguém vê que la estamos. Metade do nosso tempo esforçamos-nos por algo que amamos ou queremos, mas parece que o nosso trabalho simplesmente não dá frutos. Metade do nosso tempo acaba por ser desperdiçado por dar-mos como garantido o dia de amanha. E se amanha já não existíssemos? E se amanha o que amamos já não estivesse connosco? Desperdiçamos o nosso tempo a dar ouvidos a quem não devíamos, a escondermos-nos por detrás de desculpas desnecessárias, a dar valor as coisas erradas. Se amanha não existisse, o que faríamos nós hoje diferente? É preciso chegarmos ao extremo de correr o risco do amanhar não existir para darmos valor ou lutarmos por tudo aquilo, que hoje seguramos em nossas mãos? Porque não o fazemos hoje? Enquanto existe tempo para o fazer, e para desfrutar do que obtermos. Enquanto existe tempo...


O meu único lamento se amanhã não existir, é apenas não viver o suficiente...
Para ver tudo aquilo por que lutei, existir.

By: Paula Muñoz


November's Doom - Leaving This

For many years you’ve been my life, I’ve been thankful for our time
From rainy days to snow filled nights, you’ve always been there for me

And nows the time I say farewell, for I’m leaving this all behind me
To walk away with tears and pride, mourn not the loss, honor the memory.

For lives I’ve touched, and those returned, this was only a moment in time
I need you to know before I’m gone, It’s always been for you.

And nows the time I say farewell, for I’m leaving this all behind me
To walk away with tears and pride, mourn not the loss, honor the memory.

I will miss our days of glory, along with the hardship and loss
It’s all been a friend to me, in the end, this reflection I’ll embrace.

And nows the time I say farewell, for I’m leaving this all behind me
To walk away with tears and pride, mourn not the loss, honor the memory.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Do Coração O Meu Erro

Por vezes encontramos-nos a caminhar numa estrada em que tudo o que se vê são sombras de um passado, que nunca foi esquecido nem as feridas foram saradas. Quanto mais se caminha mais a vontade de continuar desfalece, mais as feridas se abrem, e a força vai enfraquecendo até não restar nenhuma e nos deixarmos deslizar pela corrente até onde ela nos levar. Quando encontramos algo que sobreponha-se sobre tudo isso, esforçamos-nos para manter esse algo connosco. Entregamos tudo o que é de nós. Damos o que podemos e o que não podermos descemos ao inferno mais negro para obter, para poder dar na esperança que consigamos manter esse algo. Porque toda a nossa triste existência se baseia nele. Até que por fim sentimos que toda a nossa luta é em vão e novamente encontramos-nos a caminhar na velha estrada, e a deslizarmos novamente pela mesma velha corrente. Desiludidos, perdemos-nos em nós mesmos, perdemos-nos no que fazemos, perdemos-nos em tudo o que era suposto acreditarmos, até nos esquecemos do que sentíamos tão vivamente dentro do nosso coração. Alcançamos um ponto em que nos perguntamos se alguma vez tivemos razão em alguma coisa na nossa vida, se alguma das nossas decisões foi a mais correcta. Balançamos nessas questões até que algo altera a nossa duvida e perspectiva e por fim entendemos, nada do que fizemos foi correcto, nada foi feito pelas razões correctas. Esteve sempre tudo errado, foi sempre tudo feito com as razões erradas. Caminhamos, lutamos, vivemos, e no final perdemos tudo. Perdemos-nos a nós, a nossa força, a nossa vontade de continuar. Sobrou apenas a memoria em cinzas de tudo o que foi decidido baseado em razões erradas. Tudo o que foi sacrificado por nada

By: Paula Muñoz


Lacrimas Profundere - Sad Theme For Marriage

Just let us die

In our arms again

You can't believe
What you mean to me

For sure
Everything's gone for now

You shouldn't care
As long you are here
As long you are here

Just let us die
In our arms again
You can't believe
What you mean to me

Please leave me later

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Quando O Sonho Acaba

Promessas são feitas mas acabam sempre quebradas. Prometem-se mundos, sonhos, flores, um absoluto paraíso feito de segurança e conforto. Abraçados por palavras e visualizações de algo belo, deixamos-nos deslizar na corrente da esperança de um amanha melhor. Acontece que por vezes alem das promessas não serem cumpridas, descobrimos que as confianças também são quebradas. Por vezes pensamos que somos o “tudo” mas quando abrimos os olhos, descobrimos que somos o “nada”. Cansados de acreditar em promessas que acabam falhadas. Sonhos que foram trocados mas nunca foram realizados. Cria-se um vazio difícil de preencher, quando a esperança começa a ser esmagada, pela falta de confiança, e pela perda da capacidade de acreditarmos em algo que ja foi prometido e foi quebrado. Como poderemos ser capazes de acreditar em algo que, ao longo dos anos nunca deu prova da sua existência? Ou as provas foram de tal forma tão raras, que a sua importância perdeu-se por entre as magoas e as tristezas. Magoas essas que nem ao encontro do fundo de uma garrafa, se apagaram. E o que sobra? O que resta? Sera que temos de eternamente segurar nas nossas frágeis mãos, as palavras desperdiçadas com promessas? Sera que temos de eternamente suportar a angustia e a falta de esperança, de que um dia tudo fosse real? Estaremos nós dispostos a morrer pela esperança de que tudo era real, e nunca foi ilusão ou sonho? Até que ponto conseguimos nós suportar tudo, em nome da esperança? Entramos em dias em que as desculpas deixam de ser suficientes. Tudo aquilo que amávamos ou considerávamos belo, torna-se em cinzas. E perdemos toda a confiança. E sem confiança, em que podemos nós acreditar? Quando sem confiança... nós não podemos acreditar em nada. E quando não queremos partir, a única coisa que podemos fazer é sorrir e fingir, que tudo está bem. Mesmo quando a esperança de um dia o sol nascer ja esteja morta e enterrada, debaixo de sete palmos de terra.

By: Paula Muñoz


Fields Of The Nephilim - Love Under Will

I need to be alone tonight
Smother me or suffer
Lay down I'll die tonight
Smother me or suffer
When I'm gone wait here
Discover all of life's surprises
When I'm gone wait here
I'll send my child my last good smile

If you pass through my soul tonight
Gather all his troubles
Tomorrow's long eternal night
Gather for tomorrow
When I'm gone wait here
Discover all of earth's surprises
When I'm gone wait here
I'll send my child my last good smile

Between the cracks and hollows
The earth is good the earth is good
Between the cracks and hollows
The earth is good the earth is good

Lay down lay down lay down for me
Lay down lay down lay down with me
When I'm gone wait here
Discover all of lifes surprises
When I'm gone wait here
I'll send my child my last good bye

hey embrace me someone's gonna suffer
Lay lay lay it on lay lay lay it on me
Someone hey embrace me someone's gonna suffer
Sweet dreams my angel at last good bye
Sweet dreams

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Uma Vez Não Existiu


E se tudo o que pensávamos conhecer fosse mentira? A pessoa que pensávamos que conhecíamos afinal não passava de uma ilusão nossa. Afinal a pessoa em quem podíamos confiar e contar com ela, não existisse. Talvez aquela pessoa que tenha dado cor ao nosso mundo, fosse apenas ilusão. Como se os nossos olhos tivessem pintado o que queriam ver numa tela branca. Entregamos-nos a algo em qual acreditamos, porque confiamos, e lutamos com todas as forças que temos e não temos, para que esse algo perdure. Mas, e se estivermos sós nessa batalha? E se no fim de contas nunca tivesse existido batalha, e nunca la estivesse estado ninguém. No fundo sempre la estivemos apenas nós. A lutar contra fantasmas que pensávamos que existiam. Barreiras que pensávamos ter, quando no final nunca la esteve nada nem ninguém. Foi algo que talvez nunca tenha começado, e por isso nunca fosse acabar. Um eterno campo de batalha de caos e auto-destruição. Um autentico deserto onde nós somos o nosso único e pior inimigo. Onde somos aquele que desiste, somos aquele que não dá a mão. Aquele que dá tudo por acabado por estar cansado de se enganar a si mesmo. Um campo onde somos almas cansadas, danificadas, presas a um corpo que o tempo enfraquece. Um campo, onde sonhamos aquilo que nunca fomos, aquilo que nunca tivemos, aquilo que nunca foi realmente nosso. Um campo onde sonhamos tudo aquilo que uma vez não existiu.


By: Paula Muñoz


Novembre – Child Of The Twilight

This is now, since and then

And this is where we unendingly

Forever stand


And then I saw your smile,

The origin of the sun

Which cracks the stone

Of which we gods are made

Now that I saw your smile

I'd step out from this stump

This is where we unendingly forever stand


E' come impazzire in un mare dorato


Running from light

Dive in the wonders of twilight

Like children of dusk

On the run from the day


Do you remember the expanse of desks and the

Smell of the first days?

Tears dense and in plenty,

While far behind, the world punished you

Against the wall

For noting but just being


Now, that after all this years

I'm no longer sure

If you had really existed,

Or if I just invented you

Tell me what's left to trust


I face that place again

But this time in depth of the self

And I'm weaker without your sad smile, the

Same as mine


Sometimes the sight of the town through

The rain fills the pit of

A failure of life


When the sight of the town

Through the rain

Fills the pit of a life that has failed


This is now, since and than

And this is where we unendingly

Forever stand...

sábado, 11 de agosto de 2007

Segredos Do Silencio

O silencio que esconde a desilusão por trás de uma mascara sorridente. O silencio que esconde mil segredos, mil tristezas, mil lágrimas nunca pronunciadas. Verdades que se conhecem mas nunca são pronunciadas, que se escondem por de traz de sorrisos, por de traz de profundos silêncios cheios de segredos. Segredos que se escondem entre as horas, que percorrem os dias, que se perdem nas semanas, que se tornam memorias nos meses e são considerados esquecidos nos anos. Segredos que são a razão de partidas e separações. O silencio que guarda em segredo a verdade que alguém desconhece que nós conhecemos. A verdade que nos faz sentir perdidos e cansados. Em que o sangue torna-se a testemunha da nossa verdade. Essa verdade que esconde os nossos medos, os nossos desejos, as nossas tristezas, as nossas verdades, os nossos lamentos, os nossos arrependimentos... Sim, essa verdade que é derramada do nosso sangue, da nossa dor, do nosso silencioso lamento. E por causa dessas verdades escondidas no silencio, que se tornaram segredos que tudo morre, tudo se perde. E muitas vezes quando se vê a verdade já é tarde, porque já partiu, já não existe... Já se perdeu no tempo que nós perdemos a olhar para todos os nossos medos, os nossos desejos, as nossas tristezas, as nossas verdades, os nossos lamentos, os nossos arrependimentos.

By: Paula Munõz


Charon - Sorrowsong

This all you kept inside
Once you give it all
Sorrow and despair
Took me where I belong
She was all I create
She was all I craved
Sorrow and despair
Made me feel this way

This way I’ll choose like you
This heart I’ll cease like you

White sheets around
Rose in her hand
And face alike she never had to cry

This all I need to tell
This all I had to weep
Tomorrow comes with peace
And peace is what I need
Inside my heart it rains
I crave no more to say

This way I’ll choose like you
This heart I’ll cease like you

White sheets around
Rose in our hands
And faces like we never had to cry
Rain fades today
It rained all our lives
Inside our hearts we never had to die

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Tudo Se Resume...


Por vezes a pessoa que realmente faz tudo valer a pena, é aquela que mais foge de nós. É aquela que mais vezes nos irá negar, e é aquela que mais vezes nos vai magoar. As vezes tudo se resume a uma simples acção, seja ela de ódio, de amor, ou mesmo de desespero. Quando nos sentimos a afogar esperamos sempre que essa pessoa tenha essa reacção, seja ela feita da forma que for, pois não existe certo ou errado no que toca a necessidade dessa acção. A verdade é que seja da forma que ela for feita, o resultado será sempre o mesmo, desde que acção seja tomada. Por isso gritamos, rimo-nos, choramos, e quebramos-nos mesmo a sua frente, na esperança que sejamos vistos por essa pessoa. Na esperança que ela nós agarre e nos quebre, e nos faça sentir algo para alem daquela dor e desespero, que ela nos faça sentir que afinal ainda estamos vivos e que não está tudo perdido. Mas por vezes aquilo que realmente precisamos nos momentos em que nos perdemos no tormento e no desespero, foge-nos por entre os dedos que nem uma brisa leve que atravessa as falhas das nossas velhas janelas.

By: Paula Muñoz


30 Seconds To Mars – The Kill (Bury Me)

What if I wanted to break

Laugh it all off in your face

What would you do? (Oh, oh)

What if I fell to the floor

Couldn't take all this anymore

What would you do, do, do?


Come break me down

Bury me, bury me

I am finished with you


What if I wanted to fight

Beg for the rest of my life

What would you do?

You say you wanted more

What are you waiting for?

I'm not running from you (from you)


Come break me down

Bury me, bury me

I am finished with you

Look in my eyes

You're killing me, killing me

All I wanted was you


I tried to be someone else

But nothing seemed to change

I know now, this is who I really am inside.

Finally found myself

Fighting for a chance.

I know now, this is who I really am.


Come break me down

Bury me, bury me

I am finished with you, you, you.

Look in my eyes

You're killing me, killing me

All I wanted was you...